o tempo era algo involúvel, algo que nao me dava retorno. Imaginei-me em um outro mundo, um outro eu, mas as lembranças de uma vida real ficavam na minha ja exausta memória.Continuei andando sem saber para onde ir, e como um trem, seguia por trilhos de ossos largados ao chão. A imagem indefinida de algo concreto me atormenta e novamente me assustei com um vulto. Mas o que era aquilo? Onde eu estava? Como fui parar ali. Derrepente como em um piscar de olhos, pelas paredes começavam a passar cenas da minha vida, momentos felizes, coisas que me mostravam uma ligação desse perdido mundo com o meu.Imaginei. Morri. Mas como morri? Aquilo definitivamente só poderia ser algo da minha louca imaginação, já cansada de tantos trabalhos na minha agencia de publicidade.Continuando a caminhada, encontro com um senhor de cabelos grisalhos, que se dizia chamar Noberto. Aquele nome na hora me desperteu o silêncio. Noberto era o nome do meu falecido pai, que eu nao cheguei a conhecer, pois o mesmo morrera antes dos meus 2 anos de idade.A questão estava ali, eu estava perdido no vasto e escuro mundo da imaginação...
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário