Levantei e continuei caminhando ainda sem saber o que estava acontecendo .Estaria eu sendo vitima de algum tipo de experiência ?Já estava cansado de tanto andar, meus pés estavam úmidos e doendo muito e a noite perto daquele lago ficava cada vez mais fria.Após dar mais alguns passos rumo ao nada, vi o que parecia ser um chalé a um pouco mais de 500 metros, e juntei minhas ultimas forças para chegar até lá.A porta estava entreaberta e embora estivesse tudo muito escuro Levantei e continuei caminhando ainda sem saber o que estava acontecendo .Estaria eu sendo vitima de algum tipo de experiência ?Já estava cansado de tanto andar, meus pés estavam úmidos e doendo muito e a noite perto daquele lago ficava cada vez mais fria.Após dar mais alguns passos rumo ao nada, vi o que parecia ser um chalé a um pouco mais de 500 metros, e juntei minhas ultimas forças para chegar até lá.A porta estava entreaberta e embora estivesse tudo muito escuro a lareira ainda queimava os seus últimos pedaços de madeira. Chamei por alguém na esperança de algum socorro. Mais meus gritos foram em vão . Dei uma volta pelo lado de fora da casa catando alguns galhos secos para que eu pudesse reaquecer a lareira da velha casa.Quando entrei de volta me certifiquei de trancar muito bem a porta. Coloquei os gravetos no chão ao lado de uma poltrona vermelha com alguns buracos de cigarro. E fui até a cozinha.Abri a geladeira peguei um copo de leite e biscoitos que encontrei no armário ao lado do fogão a lenha, e voltei ate a sala. Coloquei o leite e o biscoito água e sal em cima de uma mesa de centro em frente a lareira e busquei a madeira para colocar no fogo. A medida que eu colocava a madeira e mexia nas cinzas o fogo se tornou estável . E com a lareira já aquecida me aceitei durante alguns segundos para tomar o leite que me fazia relembrar minha infância na casa de meus avós.Após dormir alguns instantes de olhos abertos, reparei que a luz do fogo fez com que eu pudesse enxergar uma enorme escritura que ocupava toda a parede a minha frente com o seguinte texto:
segunda-feira, 6 de abril de 2009
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
CAP1 PARTE 5 POR RAPHAEL DE OLIVEIRA
Foi quando subitamente tive a sensação de alguém estar tirando a venda de meus olhos e como quem acorda de uma hipnose eu me dei conta de que estava sonhando. Porém ainda estava no mesmo local. Mas como ????
Aos poucos percebi que que eu não estava sonhando . Na verdade tudo havia realmente acontecido a floresta , a criança do outro lado da margem do lago.
Aos poucos percebi que que eu não estava sonhando . Na verdade tudo havia realmente acontecido a floresta , a criança do outro lado da margem do lago.
Só que por algum motivo, assim que tive a visão da criatura acho que desmaiei e entrei em um espécie de transe.
Mais o que eu seriam essas memórias? Porque eu estava correndo no meio da floresta tendo lapsos de consciência e inconsciência? O que Um senhor com o nome do meu pai fazia em meus sonhos?
Não sei .
Só sei que estava em um lugar desconhecido e precisava dar um jeito de arrumar um abrigo para passar a noite que parecia só estar começando.
Levantei –me da grama molhada e continuei minha caminhada ao redor da margem do rio.
Estava começando ficar com frio quando novamente na outra margem do rio lá estava aquela criatura estranha .
Pude ver que não se tratava de uma criança normal.
Tinha pele e cabelos brancos como a neblina que pairava por sobre o lago
Seus olhos eram completamente negros e eram um pouco maiores que o de uma criança normal.
A presença daquela criatura ali me olhando me fazia sentir como se não pudesse
Ficar de pé. Eu me perguntava o aquela figura fazia ali no meio do nada, nua em meio a um frio cadavérico.
Sem parar de me observar ela deu um aterrorizante sorriso e começou a adentrar o lago em minha direção. Fiquei completamente paralisado vendo aquele ser caminhando lago adentro em minha direção.
Enquanto isso a lua era tampada por uma nuvem carregada ,e um completo breu se instalou sobre o lago e a única coisa que se podia ver era o vulto branco vindo ao meu encontro.
Quando a luz do luar retornou pude ver com clareza que ele vinha por cima da água como por levitação seus olhos não tinham nenhuma expressão.
E a essa altura eu já não conseguia mais me mexer.
O silencio continuava e agora essa entranha entidade estava ali estática a poucos metros de mim. Me observando como se quisesse dizer algo.
Seus olhos se fecham e ele desceu de sua levitação até tocar os pés no chão
Se aproximou mais um pouco
Sua aparência era medonha seus olhos completamente negros se destacavam sob sua pele que quando olhada de perto tem um tom azulado.
As maçãs de seu rosto eram enormes ,o que causava uma grande deformação em seu rosto.
Após alguns segundos perto de tal criatura perdi completamente o controle me atirei a seus pés, vomitando sem parar .
Senti um vento forte na vegetação que estava próxima e quando levantei a cabeça eu estava novamente sozinho. E desta vez me sentindo muito mal.
Mais o que eu seriam essas memórias? Porque eu estava correndo no meio da floresta tendo lapsos de consciência e inconsciência? O que Um senhor com o nome do meu pai fazia em meus sonhos?
Não sei .
Só sei que estava em um lugar desconhecido e precisava dar um jeito de arrumar um abrigo para passar a noite que parecia só estar começando.
Levantei –me da grama molhada e continuei minha caminhada ao redor da margem do rio.
Estava começando ficar com frio quando novamente na outra margem do rio lá estava aquela criatura estranha .
Pude ver que não se tratava de uma criança normal.
Tinha pele e cabelos brancos como a neblina que pairava por sobre o lago
Seus olhos eram completamente negros e eram um pouco maiores que o de uma criança normal.
A presença daquela criatura ali me olhando me fazia sentir como se não pudesse
Ficar de pé. Eu me perguntava o aquela figura fazia ali no meio do nada, nua em meio a um frio cadavérico.
Sem parar de me observar ela deu um aterrorizante sorriso e começou a adentrar o lago em minha direção. Fiquei completamente paralisado vendo aquele ser caminhando lago adentro em minha direção.
Enquanto isso a lua era tampada por uma nuvem carregada ,e um completo breu se instalou sobre o lago e a única coisa que se podia ver era o vulto branco vindo ao meu encontro.
Quando a luz do luar retornou pude ver com clareza que ele vinha por cima da água como por levitação seus olhos não tinham nenhuma expressão.
E a essa altura eu já não conseguia mais me mexer.
O silencio continuava e agora essa entranha entidade estava ali estática a poucos metros de mim. Me observando como se quisesse dizer algo.
Seus olhos se fecham e ele desceu de sua levitação até tocar os pés no chão
Se aproximou mais um pouco
Sua aparência era medonha seus olhos completamente negros se destacavam sob sua pele que quando olhada de perto tem um tom azulado.
As maçãs de seu rosto eram enormes ,o que causava uma grande deformação em seu rosto.
Após alguns segundos perto de tal criatura perdi completamente o controle me atirei a seus pés, vomitando sem parar .
Senti um vento forte na vegetação que estava próxima e quando levantei a cabeça eu estava novamente sozinho. E desta vez me sentindo muito mal.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
cap1 parte 4 Por Felipe Augusto (bótico)
o tempo era algo involúvel, algo que nao me dava retorno. Imaginei-me em um outro mundo, um outro eu, mas as lembranças de uma vida real ficavam na minha ja exausta memória.Continuei andando sem saber para onde ir, e como um trem, seguia por trilhos de ossos largados ao chão. A imagem indefinida de algo concreto me atormenta e novamente me assustei com um vulto. Mas o que era aquilo? Onde eu estava? Como fui parar ali. Derrepente como em um piscar de olhos, pelas paredes começavam a passar cenas da minha vida, momentos felizes, coisas que me mostravam uma ligação desse perdido mundo com o meu.Imaginei. Morri. Mas como morri? Aquilo definitivamente só poderia ser algo da minha louca imaginação, já cansada de tantos trabalhos na minha agencia de publicidade.Continuando a caminhada, encontro com um senhor de cabelos grisalhos, que se dizia chamar Noberto. Aquele nome na hora me desperteu o silêncio. Noberto era o nome do meu falecido pai, que eu nao cheguei a conhecer, pois o mesmo morrera antes dos meus 2 anos de idade.A questão estava ali, eu estava perdido no vasto e escuro mundo da imaginação...
Cap1 parte 3 Por Cibele Tofoli
Nesse momento não conseguia identificar quem era menos humano.
Flash...parece frase feita mas, num instante vieram mil imagens na minha cabeça. A minha cama quentinha, o relógio de parede -que aliás sempre achei ultrapassado- e agora estou eu . Perdido no tempo...
Cap 1 parte2 Por Rafael Luca
a sensação de estar vulnerável despertava uma falta de ar sem igual, novamente meu coração batia como um rufar de tambores e minhas pernas ficavam trêmulas. Ao fechar meus olhos para crer em uma ilusão, virei meu corpo ainda indefeso e os abri; a criatura agora estava em minha frente, repeti o movimento e andei mais um pouco; como um borrão em minhas côrneas a imagem assustadora e indesejável aparecia fixa.Momentos bons, ruins, alegres ou tristes passavam na minha cabeça como se o resultado de algo negativo estivesse próximo, meu corpo começava a se esquentar, meus movimentos estavão paralisados e sem conseguir esboçar som algum senti um estálo.Esperando novamente ver aquilo que me fazia um mal estar, abri os olhos e...
Cap 1 ( Raphael de Oliveira ferreira )
Continuar caminhando e a única solução. Mas para onde?
Quando parei ao pé de uma enorme árvore para tomar fôlego senti como se algo frio e gosmento, como um peixe, tocasse meu cabelo. Naquele momento o cansaço foi substituído por uma imensa náusea.
Comecei a correr sem rumo apenas sentido a umidade das folhas mortas no chão subindo pelo meu corpo. A sensação de estar sendo caçado como um animal tomou conta de mim. E o pânico também. Meus gritos só eram ouvidos pelos pássaros da noite que de lá se afastavam.
Na minha frente enfim, reaparece a luz do luar refletida em um lago negro em forma de elipse. Consegui ver o outro lado de sua margem com facilidade não parecia distante.
O silêncio agora toma conta do lugar. Fiquei parado ali pensando em que direção ir. O coração começava a voltar ao normal. Quando fui surpreendido por uma forma humanóide que mais parecia uma criança nua e com uma queimadura no rosto saindo do meio dos arbustos da margem oposta a que eu estava.
Ele parou e ficamos nos olhando...
Quando parei ao pé de uma enorme árvore para tomar fôlego senti como se algo frio e gosmento, como um peixe, tocasse meu cabelo. Naquele momento o cansaço foi substituído por uma imensa náusea.
Comecei a correr sem rumo apenas sentido a umidade das folhas mortas no chão subindo pelo meu corpo. A sensação de estar sendo caçado como um animal tomou conta de mim. E o pânico também. Meus gritos só eram ouvidos pelos pássaros da noite que de lá se afastavam.
Na minha frente enfim, reaparece a luz do luar refletida em um lago negro em forma de elipse. Consegui ver o outro lado de sua margem com facilidade não parecia distante.
O silêncio agora toma conta do lugar. Fiquei parado ali pensando em que direção ir. O coração começava a voltar ao normal. Quando fui surpreendido por uma forma humanóide que mais parecia uma criança nua e com uma queimadura no rosto saindo do meio dos arbustos da margem oposta a que eu estava.
Ele parou e ficamos nos olhando...
Introdução
Não adianta correr eles sempre estão lá. No meio da neblina onde a luz quase não chega, e o frio congela minhas lagrimas.
Não há para onde fugir pois em um lugar onde não se sabe como foi parar, todos os caminhos levam a lugar nenhum.
A cada ruído metalizado que vem com o vento parece parar meu coração. Não se sabe quando algo pode surgir do meio das sombras bem em frente ao seu rosto.
Não há para onde fugir pois em um lugar onde não se sabe como foi parar, todos os caminhos levam a lugar nenhum.
A cada ruído metalizado que vem com o vento parece parar meu coração. Não se sabe quando algo pode surgir do meio das sombras bem em frente ao seu rosto.
regras do jogo
Esse blog e destinado a todos construirem uma história tendo como base um pedaço de história que alguém escreveu antes .
Ex. Eu comecei a história de uma pessoa em uma floresta no meio da noite ............
Após ler o pedaço da historia que já existe vc deve continua-la mantendo a coerência.
Detalhes.
*Estilo (suspense, ficçao,terror)
*Mantenha a narrativa em primeira pessoa.
*Poste seu texto como comentário.
*Não há um número limite de caracteres.
*Vc pode escrever quantas partes da história vc quiser.
*Os textos que não condizem com a história serão excluidos.
*Não e obrigatório assinar o texto.
*Nunca crie um fim para história
*Deixe seu email junto com o texto (para possíveis avisos de alguma alteração) ex. uma pessoa escrever coisas muito parecidas como que vc escreveu e ambos postarem juntos.
Nesse caso lhe enviarei um e mail solicitando algumas alterações no seu texto para que a historia não fique repetitiva ou sem sentido.
Ex. Eu comecei a história de uma pessoa em uma floresta no meio da noite ............
Após ler o pedaço da historia que já existe vc deve continua-la mantendo a coerência.
Detalhes.
*Estilo (suspense, ficçao,terror)
*Mantenha a narrativa em primeira pessoa.
*Poste seu texto como comentário.
*Não há um número limite de caracteres.
*Vc pode escrever quantas partes da história vc quiser.
*Os textos que não condizem com a história serão excluidos.
*Não e obrigatório assinar o texto.
*Nunca crie um fim para história
*Deixe seu email junto com o texto (para possíveis avisos de alguma alteração) ex. uma pessoa escrever coisas muito parecidas como que vc escreveu e ambos postarem juntos.
Nesse caso lhe enviarei um e mail solicitando algumas alterações no seu texto para que a historia não fique repetitiva ou sem sentido.
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